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Meio Ambiente

Insa e FAO discutem plano de ações para o Semiárido

Cooperação internacional

Acordo irá apoiar iniciativas que fortaleçam a agricultura familiar, o combate à desertificação, entre outras ações
publicado: 26/06/2014 16h34 última modificação: 30/07/2014 03h11

Representantes do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) e da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) se reuniram com o objetivo de discutir futuras ações em relação à organização e funcionamento do escritório da FAO no Nordeste, e à elaboração do programa de atividades para 2015.

Em abril deste ano foi assinado acordo de cooperação entre o Insa e a FAO para apoiar iniciativas que fortaleçam a agricultura familiar, o combate à desertificação, ações de mitigação e recuperação da degradação da terra, prioritariamente em espaços semiáridos, a mitigação dos efeitos da seca, a produção de alimentos e o combate a fome.

Dentre as ações previstas, será dada prioridade a utilização do escritório da FAO como a base da Unidade de Gestão do projeto “Revertendo o processo de desertificação em áreas susceptíveis do Brasil: Práticas Agroflorestais Sustentáveis e Conservação da Biodiversidade”, desenvolvido em parceria com o Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Os principais objetivos e metas do projeto são realizar avaliações iniciais, mapeamento das partes interessadas, seleção de áreas de intervenção do projeto, estabelecer parcerias para as atividades, mobilizar os atores, definir medidas para a implementação do projeto e construir uma base comum. O projeto é financiado pelo Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF na sigla em inglês) e deverá iniciar as ações em 2015.

O escritório também vai trabalhar em conjunto com o Insa no apoio à Cooperação Sul-Sul com a organização de missões técnico-científicas internacionais para visitar locais onde se desenvolvem experiências bem-sucedidas de convivência com o Semiárido.

Sobre a Unidade

A Unidade de Coordenação de Projetos da FAO para a região Nordeste atuará no sentido de desenvolver estratégias de convivência com a semiaridez e para mitigação dos impactos da seca na segurança alimentar e nutricional das populações que vivem na região.

As ações estarão relacionadas ao desenvolvimento territorial sustentável, tendo como parâmetros a ciência, a tecnologia, a inovação, o uso racional dos recursos naturais, mediante planejamento econômico, ambiental e social, manejo sustentável e de uso múltiplo.

O foco será promover a inclusão socioprodutiva das populações mais vulneráveis, com base na valorização do conhecimento tradicional das populações e na experiência de implantação da Unidade de Coordenação de Projetos da FAO na Região Sul do Brasil.

Fonte:
Instituto Nacional do Semiárido

 

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