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Meio Ambiente

Ministério faz consulta sobre estudo de áreas das zonas costeira e marinha

Conservação da biodiversidade

Órgãos ambientais dos estados e municípios costeiros, gestores de áreas protegidas e pesquisadores fazem parte do público-alvo
por Portal Brasil publicado: 25/07/2014 10h51 última modificação: 25/07/2014 10h51

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) realiza, até o dia 15 de setembro, consulta para atualizar informações sobre as áreas prioritárias para conservação, uso sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade das zonas costeira e marinha, reconhecidas pela Portaria MMA nº 9/2007.

O público-alvo da consulta são os órgãos ambientais dos estados e municípios costeiros de todo o Brasil, gestores de Unidades de Conservação, pesquisadores de universidades e representantes de organizações não governamentais (ONGs) voltados a atividades nas zonas costeira e marinha, além de superintendências e escritórios do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Para participar da consulta, a pessoa designada por cada entidade deve preencher o formulário disponível neste link. O formulário é formado por quatro blocos com os seguintes itens: responsável pelo preenchimento; participação no processo anterior; impacto do mapa atual; e sugestões ao processo de atualização. Depois de preencher todos os campos, é só clicar em “Enviar” para concluir o processo.

O trabalho, sob a coordenação da área técnica do Departamento de Biodiversidade Aquática, Mar e Antártica (DMar/MMA), visa subsidiar o processo de atualização de informações sobre essas áreas.

O órgão está consultando os principais envolvidos no processo 'Áreas Prioritárias de 2007', com avaliação do impacto dessas informações na formulação de políticas para as zonas costeira e marinha e sugestões para o processo de revisão atual.

Atualização

A avaliação levará em conta o impacto dessas áreas na formulação e implantação de políticas públicas, programas, projetos e atividades voltados à conservação da biodiversidade; uso sustentável de componentes da diversidade biológica; recuperação de áreas degradadas e de espécies sobre-exploradas (aquelas cuja condição de captura de uma ou todas as classes de idade em uma população são tão elevadas que reduz a biomassa, o potencial de desova e as capturas no futuro a níveis inferiores aos de segurança) ou ameaçadas de extinção. As novas informações permitirão verificar a real utilização e eficiência das áreas prioritárias para conservação.

Fonte:
Ministério do Meio Ambiente

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