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Meio Ambiente

Bicicletas elétricas ajudam a reduzir gás carbônico em Noronha (PE)

Sustentabilidade

Visitante tem a opção de contribuir para a redução de emissões de carbono a um custo reduzido
publicado: 07/08/2014 18h49 última modificação: 07/08/2014 19h00

O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha (PE) recebeu no mês de julho 25 bicicletas elétricas. Elas vão contribuir para reduzir a emissão de gás carbônico (CO2) no Arquipélago da Unidade de Conservação (UC). A ação faz parte dos objetivos do Plano Noronha Carbono Neutro, que pretende transformar a ilha no primeiro território nacional a diminuir e compensar as emissões de gases poluentes.

Para usar as bicicletas, os visitantes devem pagar aluguel diário nos Postos de Informação e Controle (PICs) do Golfinho, Sueste e Boldró. A previsão é de que até o fim de 2014, época em que outras 25 bicicletas elétricas devem ser entregues, a UC implemente o sistema de compartilhamento desse meio de transporte para otimizar a locomoção dos turistas dentro da ilha.

"Com as bicicletas, além do prazer da atividade em si, o visitante tem a opção de contribuir para a redução de emissões de carbono a um custo reduzido, uma vez que o valor cobrado para o aluguel é somente o custo de manutenção da atividade. Isso já havia sido definido em contrato, ou seja, nosso concessionário não pode ter lucro com a atividade", explicou o chefe do Parque Nacional, Ricardo Araújo.

Com velocidade máxima de 25 km/h e autonomia de 60 km, as bicicletas elétricas possuem freios dianteiro e traseiro a disco, pesam 25,5 kg, suportam uma carga de até 100 kg e precisam de quatro a seis horas para recarregar a bateria.

Plano Noronha Carbono Neutro

O Plano Noronha Carbono Neutro pretende transformar a ilha de Fernando de Noronha no primeiro território a reduzir e compensar as emissões de gases no Brasil, tornando-a referência de novas tecnologias sustentáveis.

O estudo aponta o transporte aéreo como o grande emissor de CO2, representando 54,74% do total de 35.669,46 tCO2e (toneladas de CO2 equivalentes emitidas em 2012). Em seguida, aparecem a geração de energia elétrica, representando 29,21%, e o transporte interno, com 8,73%.

Com uma população média de 4.000 pessoas, incluindo a permanência de turistas, a emissão per capta de Fernando de Noronha é de 8,92 tCO2e (toneladas de CO2 equivalentes), cerca de quatro vezes a do Brasil, que é 2,2 tCO2e.

Sobre o Parna

O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha possui diversas praias com suas águas verde-esmeralda esperando pelo público, dentre estas, estão duas eleitas como as mais bonitas do Brasil: a Praia do Sancho e a Praia do Leão.

Do mirante da Baía dos Golfinhos, os turistas podem assistir às manobras dos animais entrando no Parque ao alvorecer do dia. Um espetáculo que jamais será esquecido. Na Unidade de Conservação o visitante faz, literalmente, uma viagem ao mundo natural.

Além das praias, baías e natureza riquíssima, Noronha também reserva outra surpresa para os turistas: a caminhada pelos sítios históricos, que guarda 500 anos de história do Brasil, tornando o arquipélago, além de patrimônio natural, um patrimônio histórico.

Fonte:
ICMBio

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