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Meio Ambiente

Ilha do Marajó (PA) ganha Museu de Mamíferos Aquáticos

Educação ambiental

Espaço abrigará uma área de exposição temática permanente, sala multimídia e local para contação de histórias
por Portal Brasil publicado: 04/08/2014 17h22 última modificação: 04/08/2014 17h22

O novo centro de visitação do projeto Bicho D’água foi inaugurado na lha do Marajó (PA), maior arquipélago fluviomarítimo do mundo. O espaço localizado no município de Soure é uma iniciativa do programa socioambiental, patrocinado pela Petrobras, voltado para preservação de mamíferos Aquáticos na Amazônia.

O espaço Bicho D’água será uma espécie de museu para a disseminação de informações sobre educação ambiental e proteção da fauna local, como botos e peixes-bois.

O local contará com uma área de exposição temática permanente, separado pelas alas: 'O Projeto Bicho D'água: Conservação Socioambiental', 'A Pesca e os Mamíferos Aquáticos', 'Manguezais da Amazônia', 'Pequenos Cetáceos', 'Boto-vermelho', 'Boto-cinza', 'Baleias' e 'Peixe-boi'.

Os visitantes também poderão ter acesso a uma exposição sobre mamíferos aquáticos, com informações sobre a pesca e a cultura marajoara. O espaço terá uma sala multimídia, voltada para a exibição de filmes e animações com temáticas ambientais, e um local para contação de histórias.

Expansão do conhecimento

Segundo a coordenadora do projeto, Renata Emin, o espaço Bicho D’água também será uma oportunidade para a comunidade acadêmica estagiar e manter o intercâmbio com o projeto. “O espaço é uma oportunidade para aperfeiçoamento dos jovens estudantes tanto de ensino médio quanto universitários das instituições de ensino dos municípios Soure e Salvaterra”, reforça a coordenadora do projeto.

Como forma de gerar sustentabilidade financeira com as atividades do Bicho D’água, está previsto no Centro um local para venda de produtos confeccionados por comunidades da região. "Visamos, desta forma, incentivar o desenvolvimento econômico regional, promovendo a popularização de produtos ecológicos, dentro das normas de sustentabilidade", pontua Emin.

O projeto é executado pelo Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos da Amazônia (GEMAM), vinculado ao Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG).

Fonte:
Agência Petrobras 

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