Meio Ambiente
Série de reuniões avalia manejo florestal na Reserva Mamirauá
Amazonas
Durante o mês de agosto, técnicos e pesquisadores do Instituto Mamirauá reuniram-se com associações de moradores para avaliar em conjunto a atividade de manejo florestal. Oito reuniões ocorreram nas comunidades Ingá, São João, Bate-Papo, Nova Jerusalém, que trabalha junto com a comunidade Pentecostal, São Raimundo do Batalha, Vista Alegre, Nova Betânia e Sítio Promessa, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas.
Em cada reunião, cinco aspectos sobre o manejo foram tratados: levantamento de estoque; técnica de exploração; comercialização; atividade das associações; e compromisso com o desenvolvimento das atividades.
"Avaliamos essas etapas do manejo, envolvendo os manejadores e as pessoas que participam da associação. Muita gente participa, discutindo e conversando sobre os temas que são falados, e todos avaliam o trabalho da associação e da equipe, levantando os pontos negativos e positivos, as lições aprendidas e os desafios", conta o técnico do Programa de Manejo Florestal Comunitário do Instituto Mamirauá, Humberto Batalha.
Na avaliação listam-se, por exemplo, quais são os equipamentos necessários, o número de pessoas envolvidas no processo, localização e escolhas de áreas, que tipo de produto será produzido ou como é feita a abertura das áreas de exploração. A ideia é traçar um mapa do conhecimento e das dificuldades de cada associação.
Neste ano a dificuldade para utilizar os aparelhos GPS foi citada por vários grupos. "Eles têm dificuldade com a ferramenta, necessária para marcar as áreas que utilizam", conta a coordenadora do programa, Elenice Assis. "E isso é importante, porque eles é que estão na floresta e precisam ser capazes de fazer essas marcações sozinhos."
Fontes:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Instituto Mamirauá
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