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Instituto Mamirauá apresenta pesquisas em congressos latino-americanos
Inclusão Social
Pesquisadores do Instituto Mamirauá participaram do 4º Congresso Colombiano de Zoologia, em Cartagena, na Colômbia. Eles apresentaram os resultados de pesquisas sobre golfinhos fluviais, peixes-boi, jabutis e quelônios aquáticos, entre outros temas.
Com o slogan "La biodiversidad sensible, un patrimonio natural irreemplazable", o evento reuniu até a última sexta-feira (5), cerca de 3 mil especialistas de diversas áreas para seminários, palestras e fóruns em torno de diferentes temas sobre diversidade animal e novos enfoques para o manejo e conservação de espécies.
Como parte da programação, foram realizados também o Congresso Latino-Americano de Herpetologia e a décima edição do Congresso da Sociedade Latino-Americana de Especialistas em Mamíferos Aquáticos (Solamac).
Oito pesquisadores do Instituto Mamirauá apresentaram projetos. Entre eles estão as pesquisas para estimativa de densidade de golfinhos fluviais Inia araguaiaensis e Sotalia fluviatilis no Rio Tocantins, e no Rio Japurá-Caquetá, da Bacia do Amazonas.
As pesquisas do Instituto Mamirauá com peixe-boi amazônico também foram apresentadas. Entre os assuntos, a caça da espécie na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Amanã e a comparação de dois diferentes programas nutricionais de aleitamento artificial em filhotes.
Camila Carvalho, pesquisadora do Instituto, considerou importante participar do seminário de conservação de peixe-boi, parte da programação do evento.
"Vimos que outras instituições já desenvolveram métodos para contagem de peixe-boi. E estão conseguindo fazer uma estimativa populacional, um dado importante para estimar o status da espécie, se está ou não ameaçada. Algo que ainda não conseguimos desenvolver aqui", relatou.
A pesquisadora Thais Morcatty apresentou estudo de comparação de metodologias para captura de jabutis na Amazônia. Por ser uma espécie com grande ocorrência de caça e também pelos impactos de perda de habitat, o jabuti amazônico é classificado como vulnerável à extinção pela lista vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês).
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