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Meio Ambiente

Povos tradicionais e governo debatem ações para 2015

Sustentabilidade

Diálogo e construção da metodologia de trabalho entre sociedade civil e governo federal foram destaques em 2014
por Portal Brasil publicado: 18/12/2014 11h58 última modificação: 18/12/2014 18h15

A Comissão Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais debateu, nessa quarta-feira (17), os resultados do II Encontro Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais e os temas das próximas reuniões, em 2015. A reunião foi sobretudo um momento de agradecimento e reconhecimento mútuo pelo trabalho realizado ao longo de 2014.

“Saímos desse processo mais fortalecidos e confiantes um no outro”, defendeu Cláudia de Pinho, da Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneiras. Segundo ela, o processo de diálogo e construção da metodologia de trabalho entre sociedade civil e governo federal foi muito importante. Todos os presentes concordaram e desejaram que em 2015 o trabalho siga em frente, com o avanço das demandas e pautas colocadas durante o II Encontro.

Para o início do próximo ano, será instaurado o Grupo de Trabalho (GT) de Transição, ainda com os 30 integrantes a serem confirmados. Kátia Favilla, do MDS, que atua na área há sete anos, destacou a presença dos jovens nos encontros regionais e no nacional. “É a certeza da continuidade”, disse ela.

Mestrado

Na reunião, foi destacado o Curso de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (MESPT), oferecido pelo Centro de Desenvolvimento Sustentável, da Universidade de Brasília (UnB).

O curso terá 30 vagas, sendo 15 para indígenas e quilombolas. O primeiro curso, concluído em 2013, formou 23 mestres (incluindo representantes de 13 povos indígenas).

As inscrições estão abertas até o dia 16 de fevereiro. Confira o edital.

Participaram da reunião o presidente da CNPCT, Marcelo Cardona, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o secretário-executivo, Paulo Guilherme Cabral, do Ministério do Meio Ambiente, e suas equipes, além do Ministério do Desenvolvimento Agrário e da Saúde, e de representantes dos ciganos, pantaneiros, retireiros do Araguaia e raizeiras.

Fonte:

Ministério do Meio Ambiente

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