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Meio Ambiente

Museu Goeldi abriga menor espécie de tamanduá do mundo

Fauna

Animal de hábitos noturnos pode ser encontrado pendurado em árvores, no Parque Zoobotânico do Museu, em Belém (PA)
por Portal Brasil publicado: 13/02/2015 15h23 última modificação: 13/02/2015 15h34

O tamanduaí (espécie de tamanduá), raramente visto circulando pelo Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em Belém (PA),  é o tema da segunda reportagem da série "Viva a Fauna Livre", divulgada pela instituição.

Três exemplares da espécie estão soltos no parque, mas encontrá-los é difícil porque o animal tem hábitos noturnos. Durante o dia, o tamanduaí descansa pendurado nas árvores.

O animal vive em florestas tropicais nas Américas Central e do Sul. No Brasil é encontrado na região amazônica, e com menor frequência no Nordeste, em estados como Pernambuco, Sergipe e Alagoas.

Para se alimentar, o tamanduaí (Cyclopes didactylus) , embora não meça mais de 20 centímetros de comprimento, abre cupinzeiros e formigueiros utilizando as garras e a cauda prêensil, que pode chegar a 25 centímetros. A cauda também auxilia na sustentação e locomoção entre os galhos das árvores, onde a espécie descansa durante o dia.

Características

Esta espécie de tamanduá pode pesar até 400 gramas. Tem pelagem macia com tonalidade amarela, dourada e cinza, além de uma listra dorsal escura. As patas dianteiras do tamanduaí têm dois dedos e a traseira, três. Mesmo sem polegares, conseguem movimentar-se bem pela vegetação e suas garras ajudam neste processo.

Com hábitos solitários, o tamanduaí só se relaciona com seu parceiro para acasalar. A gestação da fêmea dura de 120 a 150 dias, dando origem a um único filhote. O nome tamanduaí é de origem tupi-guarani e significa pequeno caçador de formiga.  

Série Viva a Fauna Livre

 O Museu Goeldi lançou em 5 de fevereiro a série “Viva a Fauna Livre”, que apresenta vários hábitos, características e curiosidades de seis espécies encontradas no Parque Zoobotânico: duas espécies de cutia (Dasyprocta leporina Dasyprocta prymnolopha), o tamanduaí (Cyclopes didactylus), a garça-branca-grande (Ardea alba) e as preguiças comum e real (Bradypus variegatus e Choloepus didactylu).

As reportagens podem ser conferidas todas as quintas-feiras do mês, no site do Museu

Parque Zoobotânico

O Parque Zoobotânico do Museu Paraense Emílio Goeldi está situado no centro urbano de Belém, com uma área de 5,2 hectares. Foi fundado em 1895, sendo o mais antigo do Brasil no seu gênero.

Além de abrigar uma significativa mostra da fauna e flora amazônicas, o Parque concentra as atividades educativas do Museu Goeldi, tal como um laboratório para aulas práticas. Recebe anualmente cerca de 200 mil visitantes. Faça uma visita virtual

Confira abaixo o mapa de localização do parque: 

Fonte:
Portal Brasil com informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Museu Goeldi

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