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Meio Ambiente

Ibama resgata animais em cativeiros ilegais no Rio de Janeiro

Preservação

Foram apreendidos 274 jabutis, 11 pássaros e uma iguana; os animais serão reabilitados e voltarão à natureza
publicado: 11/11/2015 16h33 última modificação: 11/11/2015 16h33
Foto: Ibama A maioria dos animais que chegam aos Centros de Triagem de Animais Silvestres do Rio é de outras regiões do País e o processo de retorno é muito trabalhoso

A maioria dos animais que chegam aos Centros de Triagem de Animais Silvestres do Rio é de outras regiões do País e o processo de retorno é muito trabalhoso

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apreendeu nos últimos meses 286 animais silvestres em cativeiros ilegais no Rio de Janeiro (RJ). Depois de um período de reabilitação, serão devolvidos à região de origem, em Porto Seguro (BA)

A operação de soltura dos 274 jabutis, 11 pássaros e uma iguana será realizada pelas superintendências do Ibama no Rio de Janeiro, no Espirito Santo e na Bahia, com apoio da Marinha.

Os animais foram reabilitados e deverão chegar ao Nordeste nesta quarta-feira (11). Todos serão soltos em uma área protegida na localidade de Tremendal.

“Muitos animais retirados das matas do Norte e Nordeste são levados ilegalmente para o Sudeste. O tráfico só ocorre porque existem compradores. É importante conscientizar as pessoas para que não comprem animais de origem ilegal”, diz a analista ambiental Taciana Sherlock, do Núcleo de Biodiversidade do Ibama no Rio de Janeiro.

Segundo ela, as espécies de maior ocorrência são pássaros, quelônios e primatas. “A maioria dos animais que chegam ao Cetas (Centros de Triagem de Animais Silvestres) do Rio é de outras regiões do País. Esse processo de retorno à região de ocorrência é muito trabalhoso.”

O Centro recebe espécies apreendidas em operações contra o tráfico, resgatadas ou entregues de forma voluntária. O processo de reabilitação não é o mesmo para todos. “Alguns animais que estão acostumados com a presença humana demoram mais tempo para serem reabilitados. Trabalhamos com alguns papagaios que levam até seis meses para voltar à natureza”, diz Taciana.

Fonte: Ibama

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