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Saúde

Cai número de crianças que morrem com menos de 5 anos, informa Unicef

por Portal Brasil publicado: 17/09/2010 17h35 última modificação: 28/07/2014 11h51

Caiu o número de crianças que morrem no mundo com menos de 5 anos, segundo dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgados em estudo, nesta sexta-feira (17). O relatório, denominado 2010 - Níveis e Tendências da Mortalidade Infantil, foi elaborado pelo Fundo e a Agência das Nações Unidas Inter-Grupo de Estimativa de Mortalidade Infantil (IGME).

 

A publicação mostra que há uma tendência de redução nos casos de mortes infantis até essa idade. No período de 1990 a 2009, o número de mortes caiu de 12,4 milhões para 8,1 milhões. No caso dos recém-nascidos, a redução foi de 89 mortes, em 1990, para 60, em 2009, para cada mil bebês nascidos vivos.


O estudo mostra ainda que, diariamente, 12 mil sobrevivem em relação aos dados registrados em 1990. O órgão adverte, no entanto, que aproximadamente 22 mil crianças com menos de 5 anos ainda morrem todos dias no mundo. Pelo menos 70% das mortes ocorrem antes de elas completarem um ano de vida.


O maior número de casos de mortes de crianças com menos de 5 anos é registrado em cinco países - na Índia, Nigéria, República Democrática do Congo, no Paquistão e na China. Só na África morre uma em cada oito crianças nascidas vivas. A taxa entre os países ricos é de uma morte em cada 167 nascimentos.


O Unicef alertou que apesar do registro de declínio no número de mortes infantis, o ritmo não é suficiente para atingir as metas do milênio. No começo desta semana o Unicef, a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e o Banco Mundial divulgaram estudo indicando que houve redução de 34% nos casos de mulheres que morrem em decorrência de complicações na gravidez e no parto.


Em 1990, 546 mil mulheres morreram devido a complicações na gestação e no parto, em 2008 esse número caiu para 358 mil. Os especialistas reconhecem que houve avanços, mas a meta é intensificar os esforços para manter o progresso.


 

Fonte:
Agência Brasil

 

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