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Saúde descarta risco de contaminação da gripe suína do Equador para o Brasil

por Portal Brasil publicado: 06/01/2011 17h26 última modificação: 28/07/2014 12h47

A suspeita de epidemia da influenza A (H1N1) - gripe suína - no Equador foi descartada nesta quinta-feira (6) pelo ministro da Saúde equatoriano, David Chiriboga. A possibilidade surgiu depois da confirmação, apenas em dezembro, de 35 casos na região das cidades de Quito e Ibarra. 

O risco de a doença se estender até o Brasil também foi afastado pelo Ministério da Saúde brasileiro. No País, o aumento de casos de doenças respiratórias em geral ocorre entre maio e outubro. Especialistas dizem que a contaminação no Brasil é maior durante o inverno.

Essa tendência varia de acordo com a região - no Norte é frequente o surgimento de problemas respiratórios em janeiro, enquanto no Sul e Sudeste os casos se concentram de junho a agosto. De acordo com assessores, a vacinação de 90 milhões de pessoas em 2010 mostra a eficiência da vacinação no controle da doença.

Por orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Ministério da Saúde mantém uma espécie de monitoramento nos estados e municípios na tentativa de controlar a contaminação da doença. 

A influenza A (H1N1) é uma doença respiratória contagiosa causada por um novo subtipo de vírus da gripe. Em 2009, no Brasil, a maior parte das contaminações ocorreu por meio de tosse, de espirros e de contato direto com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

Em 2009, houve 46 mil casos graves confirmados para H1N1 e 2.051 mortes. No ano passado, os números caíram, segundo dados registrados até setembro, sendo 773 casos graves com internação e 99 mortes. A assessoria do Ministério da Saúde informou que a maioria das mortes foi registrada antes da campanha de vacinação.

Para prevenir a doença, as orientações são manter os hábitos de higiene  - como lavar as mãos frequentemente e usar lenços descartáveis ao tossir e espirrar. A atenção deve ser redobrada em relação às crianças, às gestantes, aos portadores de doenças crônicas e aos idosos.


Fonte:
Agência Brasil

 

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