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Saúde

Vacinação contra aftosa na região da calha do Rio Amazonas começa dia 28

por Portal Brasil publicado: 15/02/2011 20h10 última modificação: 28/07/2014 12h48

Começa no próximo dia 28 de fevereiro a campanha de vacinação oficial contra febre aftosa na região da calha do Rio Amazonas. Até 13 de abril, devem ser imunizados cerca de 500 mil bovinos e búfalos em oito mil propriedades. Esta é a quarta vacinação oficial do gênero, que envolve 12 municípios da região amazônica.

Para divulgar a campanha, as equipes dos escritórios de atendimento à comunidade e das unidades veterinárias locais da Comissão Executiva Permanente de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Codesav), subordinada à Secretaria de Estado da Produção Agropecuária, Pesca e Desenvolvimento Rural Integrado, estão fazendo visitas às comunidades e fazendas, além de participações no rádio.

Para que a imunização em 2011 alcance 100% de abrangência, cerca de 100 médicos veterinários, técnicos estaduais e do Ministério da Agricultura serão capacitados, no período de 24 a 26 de fevereiro, em Manaus. “Haverá uma atualização sobre os procedimentos de vacinação, inspeção clínica dos animais, recadastramento, georreferenciamento das propriedades e coleta de sangue para estudo sorológico”, explica o  responsável técnico do Programa de Erradicação e Prevenção contra a Aftosa no estado, Leandro Oliveira. 

Na campanha de 2010, foram imunizados 97% dos animais na calha. O estado do Amazonas tem 62 municípios. As outras 50 cidades participam das campanhas regulares em maio e novembro. “Essa vacinação estratégica é necessária porque 90% das propriedades estão localizadas em regiões de difícil acesso”, informa Leandro. 

A Calha do Rio Amazonas é composta por 12 municípios: Autazes, Barreirinha, Boa Vista dos Ramos, Careiro da Várzea, Careiro Castanho, Itacoatiara, Manaus, Maués, Nhamundá, Parintins, Rio Preto da Eva e Urucurituba. O estado do Amazonas tem dois municípios livres de febre aftosa com vacinação: Guajará e Boca do Acre, além de parte dos municípios de Lábrea e Canutama. As demais cidades são classificadas como de alto risco para a doença.

 

Fonte:
Ministério da Agricultura

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