Saúde
Saúde Não Tem Preço atende a mais de 2 milhões de pessoas por mês
O programa Saúde Não Tem Preço — que garante o acesso a medicamentos gratuitos ou com descontos na rede de farmácias populares — ampliou em 168% o número de habitantes assistidos com a oferta de medicamentos gratuitos para diabetes e hipertensão, desde que essa medida entrou em vigor, em fevereiro. Antes, nas drogarias credenciadas ao Aqui Tem Farmácia Popular, os produtos eram oferecidos com até 90% de desconto.
O total mensal de brasileiros assistidos pelo programa passou de 853 mil, em janeiro, para 2,3 milhões, em junho. “Os números mostram que o brasileiro está mais e melhor assistido para o tratamento dessas doenças diretamente relacionadas aos novos hábitos de vida da população, que são a diabetes e a hipertensão”, observa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
O estado de Roraima foi o que teve maior número de novos beneficiários, com um crescimento de 9774% no total de pacientes atendidos. Em Mato Grosso do Sul o aumento foi de 600% — de 2.908 para 20.503 —, enquanto no Mato Grosso o incremento foi 506% - de 1.964 para 11.905 nos últimos seis meses. Destaque também para o estado do Pará cujo aumento foi 574%, pulando de 3.809 para 25.667, de janeiro a junho deste ano.
Os medicamentos são oferecidos em mais de 15 mil farmácias e drogarias da rede privada credenciadas ao Aqui Tem Farmácia Popular.
Acesso aos produtos
Para obter os produtos disponíveis no Saúde não Tem Preço, o usuário precisa apresentar CPF, documento com foto e receita médica, que é exigida pelo programa como uma forma de se evitar a automedicação, incentivando o uso racional de medicamentos e a promoção da saúde.
Em caso de dúvidas, o paciente deve entrar em contato com o Ministério da Saúde – pelos estabelecimentos credenciados ou pelos usuários do programa – por meio do Disque-Saúde (0800-61-1997).
Os medicamentos gratuitos para hipertensão e diabetes são identificados pelo princípio ativo ou "nome genérico”, que é a substância que compõem o medicamento. Os itens disponíveis são informados pelas unidades do programa, onde os usuários podem ser orientados pelo profissional farmacêutico. É ele que deverá informar, ao usuário, o princípio ativo que identifica o nome comercial do medicamento (de marca, genérico ou similar) prescrito pelo médico.
Fonte:
Ministério da Saúde
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