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Saúde

Governo capacita profissionais de saúde indígena do País a partir desta 3ª

por Portal Brasil publicado: 29/11/2011 17h34 última modificação: 28/07/2014 12h49

Começa nesta terça-feira (29) a primeira fase de capacitação de profissionais de saúde que vão cuidar da saúde bucal de povos indígenas do País. A oficina Brasil Sorridente Indígena, em Brasília (DF), vai contar com a participação de 50 profissionais de saúde bucal dos Distritos Especiais de Saúde Indígena (DSEIs) Xavante (MT), Alto Rio Solimões (AM) e Ato Rio Purus (AC). O curso vai até o dia 2 de dezembro.

Nas aldeias, os profissionais trabalharão para resolver os principais problemas bucais graves e urgentes, incluindo o processo de reabilitação protética para quem já perdeu os dentes.

A equipe para as três aldeias é formada por 26 cirurgiões-dentistas, 11 auxiliares de saúde bucal (ASB) e 10 técnicos de saúde bucal que receberão treinamento específico para atendimento a essa população, observando um protocolo diferenciado para as especificidades e características das etnias.

Também foram enviados aos três distritos 74 mil Kits de higiene bucal, compostos por escova dental adulto/infantil e creme dental fluoretado. O material será doado à população indígena durante as atividades de promoção e prevenção.


Programa pioneiro

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil Sorridente Indígena é a primeira política nacional elaborada especificamente para tratar da saúde bucal desses povos.  O objetivo é ampliar o acesso ao atendimento odontológico nas aldeias, estruturando e qualificando os serviços de saúde bucal nos distritos. Serão investidos R$ 40,7 milhões para implantação e estruturação desse programa para toda a população indígena do Brasil.

Na primeira etapa, o Ministério da Saúde adquiriu 37 consultórios odontológicos portáteis e 37 Kits de instrumental clínico odontológico. Com duração de seis meses, esta fase irá zerar as necessidades das comunidades indígenas nos três distritos, que têm uma população aproximada de 70 mil indígenas. Esses são os três maiores Distritos do País.

O programa também pretende implantar nove Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) e nove Laboratórios Regionais de Prótese Dentária (LRPD), nos mesmos três DSEIs.


Fonte:
Ministério da Saúde

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