Saúde
Representantes de instituições de saúde discutem ampliação da Rede Sentinela
Cerca de 250 profissionais de saúde que atuam nas vigilâncias sanitárias estaduais e municipais, além de técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e representantes de instituições credenciadas da Rede Sentinela, do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Ministério da Saúde participam até esta quarta-feira (14), em Fortaleza (CE), do 13º Encontro Nacional da Rede Sentinela. O objetivo é discutir a ampliação da rede.
A rede é formada por 187 instituições de saúde, que informam à Anvisa problemas observados durante o uso de produtos e serviços. A Rede Sentinela figura como um observatório do uso de tecnologias em saúde e como um notificador para o Sistema de Notificação e Investigação em Vigilância Sanitária (Vigipós).
A chefe do Núcleo de Notificação e Investigação em Vigilância Sanitária (Nuvig) da Anvisa, Maria Eugênia Cury, ressaltou, na abertura do evento, a importância desse encontro como um canal de interface entre os entes que compõem a rede. Ela lembrou que a notificação é crucial para a melhoria dos produtos sujeitos à vigilância sanitária.
“Quem utiliza as tecnologias disponíveis no mercado são as pessoas comuns. Quem registra essas tecnologias é a Anvisa. O Vigipós nasceu da necessidade de serviços com maior capacidade de minimizar o risco para a população”, explicou Maria Eugênia.
Na segunda-feira (12), um grupo de trabalho composto de 30 dos participantes do encontro discutiu, preliminarmente, a proposta de um marco regulatório para a Rede Sentinela.
Fonte:
Anvisa
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