Saúde
Substância para engorda de bois e porcos será aceita para exportação
Pesquisa concluiu que a utilização da ractopamina não tem impacto sobre a saúde dos consumidores
Produtores e empresas que exportam carnes suína e bovina poderão comercializar músculos, gordura, rins e fígados dentro dos limites máximos para o uso da ractopamina, que é uma substância estimuladora do ganho de peso dos animais, para todos os países do mundo.
A decisão foi anunciada durante a reunião do Codex Alimentarius (em inglês), órgão que estabelece os padrões de qualidade dos alimentos em nível internacional. A Comissão Alimentar concluiu por meio de pesquisas científicas que a utilização da ractopamina não tem impacto sobre a saúde dos consumidores.
No Brasil, o emprego da substância na criação de suínos já era permitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) há 10 anos. Em confinamento de bovinos, a aplicação foi autorizada em 2011.
Na União Europeia e na China, grandes importadores de carne, a mistura de ractopamina na ração dos animais é proibida. Enquanto, os Estados Unidos permitem a prática.
Com a determinação, um país importador não pode proibir a entrada da carne que contenha a substância dentro dos padrões autorizados. O Codex deverá publicar a decisão formalmente nos próximos dias por meio do relatório da reunião.
Leia mais:
Mais um frigorífico brasileiro é autorizado a exportar carne suína para a China
Novo status do País em relação à doença da vaca louca reabrirá mercados, diz ministério
Argentina retoma as exportações de carne suína do Brasil
Fonte:
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons
CC BY ND 3.0 Brasil
















