Saúde
Amazonas irá receber R$ 51,1 mi para investir em rede de assistência à gestante e bebê
Os recursos serão aplicados em ações previstas na estratégia para ampliar e qualificar a rede de assistência à mulher e ao bebê
Está aprovada pelo Ministério da Saúde a destinação de recursos para a Rede Cegonha no estado do Amazonas. Serão aplicados cerca de R$ 51,1 milhões para o custeio de sete Centros de Parto Normal e quatro Casas da Gestante, Bebê e Puérpera, além da criação de 92 leitos de Gestação de Alto Risco, cinco leitos de UTI Adulto tipo II, 35 leitos de UTI neonatal tipo II, 83 leitos de UCI Neonatal e 55 leitos de UCI Canguru. Também serão qualificados sete leitos de UTI Adulto tipo II, 40 leitos de UTI Neonatal tipo II e mais 36 leitos de UCI Neonatal.
De imediato, serão repassados R$ 8,2 milhões para os serviços já existentes. O restante do valor será pago conforme andamento da Rede Cegonha no estado. O repasse dos recursos consta da Portaria número 1.924, publicada na última quinta-feira (6) no Diário Oficial da União (DOU).
Lançada no ano passado, a estratégia fortalece um modelo de atenção que vai do reforço do planejamento familiar à confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal, parto, pós-parto, até os dois primeiros anos de vida da criança. A portaria aprova a primeira etapa do Plano de Ação da Rede Cegonha para novos investimentos no Amazonas, referente às regiões dos municípios de Coari (R$ 538 mil), Itacoatiara (R$ 4,2 milhões), Manacapuru (R$ 6,3 milhões), São Gabriel da Cachoeira (R$ 1,2 milhão), além da capital Manaus (R$ 38,8 milhões).
As ações previstas na estratégia Rede Cegonha visam qualificar, até 2014, toda a rede de assistência, ampliando e melhorando as condições para que as gestantes possam dar à luz e cuidar de seus bebês de forma segura e humanizada.
Rede Cegonha
Lançada em março de 2011 pelo governo federal, a Rede Cegonha é um programa que visa garantir atendimento de qualidade a todas as gestantes pelo Sistema Único de Saúde (SUS), desde a confirmação da gestação até os dois primeiros anos de vida do bebê. Ela terá atuação integrada às demais iniciativas do SUS para a Saúde da Mulher.
A Rede Cegonha prevê ainda a qualificação dos profissionais de saúde responsáveis pelo atendimento às mulheres durante a gravidez, parto e puerpério, bem como a criação de estruturas de assistência, como a Casa da Gestante e a Casa do Bebê, e os Centros de Parto Normal, que funcionarão em conjunto com a maternidade para humanizar o nascimento.
As boas práticas de atenção ao parto e nascimento serão exigidas nas maternidades. O ambiente em que a mulher dará à luz deverá ser adequado para oferecer privacidade e conforto para ela e seu acompanhante. Ela terá acesso a métodos de alívio da dor e a possibilidade de ficar em contato pele a pele com seu bebê imediatamente após o nascimento, prática que hoje é demonstrada como benéfica para os dois.
Veja vídeo de lançamento da Campanha Nacional de Amamentação 2012:
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Fonte:
Ministério da Saúde
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