Saúde
Cerca de R$ 63 milhões serão investidos em áreas da saúde de 15 estados
A maior parte dos recursos é destinada à implantação de Upas e ao tratamento de dependentes de crack e outras drogas em 15 estados do País
Cerca de R$ 63,3 milhões foram liberados pelo Ministério da Saúde para o investimento na assistência de Média e Alta complexidade. Ao todo 15 estados, 39 municípios e o Distrito Federal receberão o recurso para implantação de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), na habilitação de novos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), na reestruturação de hospitais de ensino, na estratégia S.O.S Emergências e no custeio de leitos para tratamento com pacientes vítimas de acidente vascular cerebral (AVC).
A maior parte dos recursos - R$ 16,2 milhões - foi direcionada para a implantação de UPAs. Os Centros de Atenção Psicossocial receberão R$ 15,8 milhões para tratamento de pessoas com algum tipo de problema e com necessidades devido ao uso de crack, álcool e outras drogas.
O Rio Grande do Sul e a capital (Porto Alegre) vão contar com R$ 15 milhões para o custeio de leitos para pacientes em estado grave, vítimas de AVC. E para o Estado de Pernambuco, foram liberados quase R$ 14 milhões para serem aplicados em hospitais pernambucanos.
Enfrentamento ao Crack
O governo federal atua contra o avanço do crack, uma droga tóxica feita com pasta de cocaína, por meio de parcerias com estados e municípios.
A previsão do governo é investir no Programa Crack, é possível Vencer cerca de R$ R$ 4 bilhões da União até 2014. A iniciativa conta com a atuação direta dos ministérios da Justiça, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, além da Casa Civil e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
Investimentos para evitar doenças crônicas
No final de dezembro de 2012, o governo destinou cerca de 12,5 milhões para o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). O valor é disponibilizado pelo Ministério da Saúde aos fundos de saúde estaduais, municipais e do Distrito Federal (DF).
O objetivo é reduzir em 2% ao ano a taxa de mortalidade prematura de pessoas com até 70 anos de idade, em decorrência de doenças como câncer, diabetes, infarto, acidente vascular cerebral e doenças respiratórias.
Fonte:
Ministério da Saúde
Portal Brasil
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