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Saúde

Medicamentos gratuitos para asma ajudam a reduzir em 16% as internações

por Portal Brasil publicado: 24/06/2013 15h05 última modificação: 29/07/2014 09h22
Ministério da Saúde Remédio gratuito para asma reduz em 16% as internações

Remédio gratuito para asma reduz em 16% as internações

Em um ano, a disponibilidade gratuita dos antiasmáticos contribuiu para a queda de 20 mil internações pela doença no período


No primeiro ano de implantação da gratuidade de três medicamentos para asma, por meio do programa Farmácia Popular, foram beneficiadas cerca de 700 mil pessoas. Só no último mês, 181 mil pacientes retiraram os medicamentos para a doença, sem qualquer custo. O período de julho de 2012 até abril deste ano registrou uma queda de 16% no número de internações quando comparado a julho de 2011 a abril de 2012. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (24) pelo Ministério da Saúde.

A redução significa 20.523 hospitalizações a menos pela doença na comparação dos dois períodos. Desde o início da gratuidade até o último mês de abril, foram registradas 108.846 internações em hospitais que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de pacientes com crises asmáticas. No mesmo período  anterior, 129.369 pessoas foram internadas com o mesmo problema de saúde.

“A asma está entre as principais causas de hospitalizações de crianças, razão pela qual a presidenta Dilma Rousseff, ao lançar o programa Brasil Carinhoso, incluiu esses medicamentos na Saúde Não Tem Preço”, observa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “Como resultado desta política, o número de internações por causa da doença caiu significativamente”, completou.

Os medicamentos ofertados são o brometo de ipratrópio, o diproprionato de beclometasona e o sulfato de salbutamol, disponíveis em 10 diferentes apresentações. Um ano depois do início da gratuidade o número de pessoas que retiram esses medicamentos cresceu 274%.  

Farmácia Popular

O programa Farmácia Popular, que engloba o Saúde Não Tem Preço, oferece medicamentos para hipertensão, diabetes, asma, colesterol, glaucoma, rinite, osteoporose, doença de Parkinson, dislipidemia, anticoncepção, além de fraldas geriátricas.

A iniciativa é um complemento ao programa de assistência farmacêutica do Ministério da Saúde, que disponibiliza 810 medicamentos gratuitos aos brasileiros. Com ela, o governo ampliou os pontos de retirada de medicamentos e o horário de atendimento aos usuários, que agora podem ter acesso a medicamentos em farmácias perto de casa.

O total de beneficiados cresceu de 1,2 milhão em janeiro de 2011 para 5,5 milhões em janeiro de 2013. A média mensal de beneficiados aumentou mais de quatro vezes de 2010 para 2012, passando de 1 milhão para 4,5 milhões de pessoas. Em 2011, o número já havia chegado a 2,8 milhões.

A gratuidade dos medicamentos também levou mais farmácias a participarem do programa. O número de farmácias da rede própria e drogarias conveniadas cresceu de 15 mil em janeiro de 2011 para 25,7 mil em janeiro de 2013. Além disso, atualmente, o programa está presente em 3,7 mil municípios brasileiros, dos quais 1,2 mil são considerados de extrema pobreza.

Para retirar os medicamentos, basta apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica dentro do prazo de validade. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um por médico que atende em hospitais ou clínicas privados. Para proporcionar mais opções ao paciente no momento de retirar o medicamento, importante a prescrição tenha o nome do princípio ativo.

 

Fonte:

Ministério da Saúde

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