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Saúde anuncia R$ 12,7 milhões para atendimento oncológico em SP

Investimentos em Saúde

Investimento vai subsidiar a compra de aparelhos para centro cirúrgico e de radioterapia para o Hospital Amaral Carvalho
por Portal Brasil publicado: 14/10/2013 17h50 última modificação: 29/07/2014 09h17
Divulgação/Ministério da Saúde Visita a paciente em tratamento contra o câncer da ala infantil do Hospital Amaral Carvalho

Visita a paciente em tratamento contra o câncer da ala infantil do Hospital Amaral Carvalho

O Hospital Amaral Carvalho, em Jaú (SP), ganhou um reforço de R$ 12,7 milhões. Parte do valor será investido na compra de equipamentos para o centro cirúrgico e para tratamento de radioterapia, além de custeio mensal de R$ 4,1 milhões. O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, neste sábado (12), durante visita as instalações do hospital. A unidade também recebeu a renovação do Selo de Certificação de Hospital Ensino.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o investimento e o custeio são essenciais para qualificar o atendimento aos pacientes de câncer no Hospital Amaral Carvalho: “Saúde se faz com hospital bem equipado, infraestrutura, mas a alma de um serviço de saúde são seus trabalhadores, seus profissionais. Criamos então um incentivo pela qualidade, um reajuste em cima do que é produzido, destinando mais R$ 4,1 milhões para custeio e manutenção para a Fundação Amaral Carvalho", destacou o ministro.

O Hospital Amaral Carvalho é a única unidade habilitada para o tratamento de câncer, em Jaú, incluindo serviço de oncologia pediátrica. Do total dos novos recursos (R$ 8,6 milhões), R$ 6,5 milhões serão utilizados na compra de equipamentos para o centro cirúrgico da unidade. Também será adquirido um acelerador linear, equipamento utilizado na radioterapia (R$ 1,6 milhão), e um equipamento de braquiterapia (R$ 450 mil) – utilizado, principalmente para tratamento de câncer do colo do útero. O novo recurso soma-se aos R$ 3,3 milhões já repassados pelo Ministério da Saúde para compra de equipamentos para os Serviços de Diagnóstico Mamário (SDM) - aparelho de raio-x fixo (mesa telecomandada); sistema de videolaparoscopia urológica; aparelho de anestesia para o novo centro cirúrgico: dez bisturis elétricos; 20 endoscópios; 20 estativas; dez focos cirúrgicos e dez mesas cirúrgicas.

Reconhecido como um dos maiores centros no tratamento contra o câncer no país, o Hospital Amaral Carvalho conta com mais de 300 leitos, e atende cerca de 500 municípios do estado de São Paulo e 600 cidades dos demais estados do Brasil. Do total de leitos, 211 atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo 82 leitos de oncologia. Este ano, a unidade já realizou 1.983 cirurgias oncológicas a um custo de R$ 6,1 milhões. Em 2012, foram registradas 2.970 cirurgias (R$ 5,3 milhões).

Ampliação do acesso

O Ministério da Saúde tem investido na melhoria do acesso da população a prevenção, exames e tratamentos do câncer. De 2010 a 2012, o investimento do Governo Federal em oncologia disparou 26% - de R$ 1,9 bilhão para R$ 2,1 bilhões. Com estes recursos, foi possível ampliar em 17,3% no número de sessões de radioterapia, saltando de 7,6 milhões para mais de nove milhões. Para a quimioterapia houve aumento de 14,8%, passando de 2,2 milhões para 2,5 milhões.

Somente no último ano, o Hospital Amaral Carvalho atendeu mais de 73.900 pacientes, realizou 15.947 cirurgias e 206 transplantes de medula óssea, se tornando referência no procedimento na região.

Em decorrência da inclusão de novos tipos de cirurgia oncológica e da ampliação dos investimentos no setor, a expectativa para 2013 é que o número de operações supere a marca dos 120 mil, 25% a mais que as 96 mil realizadas no ano passado. A expansão está sendo custeada por uma elevação de 120% no orçamento destinado a estes procedimentos - de R$ 172,1 milhões em 2012 para R$ 380,3 milhões em 2013.

Por outro lado, houve expansão no rol de medicamentos de alto custo ofertados gratuitamente pelo SUS, com a inclusão de drogas biológicas modernas como o mesilato de imatinibe (contra leucemia), o rituximabe (para o tratamento de linfomas) e o trastuzumabe (contra o câncer de mama). A ampliação veio acompanhada de aperfeiçoamento na gestão dos insumos, que passaram a ser comprados de maneira centralizada pelo Ministério da Saúde, reduzindo custos com o ganho da escala de compras.

 

Fonte:

Ministério da Saúde

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