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Saúde

Alteração genética dificulta recuperação de fraturas

Traumatologia

Estudo identifica genes alterados que retardam junção de ossos; Condutas direcionadas serão mais eficazes no tratamento
por Portal Brasil publicado: 06/02/2014 13h50 última modificação: 30/07/2014 03h23
Divulgação/Governo do Rio Grande do Norte Pesquisa mostra ainda que injeção de células-tronco poderá ajudar na recuperação do paciente

Pesquisa mostra ainda que injeção de células-tronco poderá ajudar na recuperação do paciente

Pessoas que sofrerem fraturas e têm dificuldades para se recuperar poderão ser beneficiadas com cirurgias menos invasivas. Esta é a conclusão de uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).

O estudo identificou que muitas pessoas têm uma predisposição genética capaz de interferir na consolidação de fraturas. De acordo com o coordenador de ensino e pesquisa do Into, João Guimarães, conhecendo a origem real da dificuldade de recuperação, será possível oferecer intervenções bem menos agressivas.

"Esses dois genes, quando estão alterados, podem gerar mais fibrose. Aí o osso não cola ou então quando o outro que tem que gerar osso não está bem ativado ele acaba não formando o que precisa. Então se você conseguir detectar se esses pacientes têm uma alteração genética, é possível dar outra conduta, usar células-tronco ou usar proteínas morfogenéticas. Existe uma série de opções que se abrem, na medida em que você consegue entender a real causa daquele osso não ter colado”, afirma Guimarães.

A pesquisa do Into mostrou ainda que a injeção de células-tronco também poderá ser uma possibilidade para recuperar a fratura de um paciente, conforme explica o pesquisador. "Consegui injetar uma quantidade maior de células naqueles ossos que não colaram. Porque isso também foi outro achado, pacientes que receberam mais células consolidaram mais e a quantidade de células depende da medula óssea de cada paciente." A expectativa é que, em poucos anos, o uso de células-tronco para a consolidação de fraturas possa ser oferecido em larga escala no Sistema Único de saúde (SUS).

Fonte:
Blog da Saúde

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