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Saúde

Conheça os riscos de uma cesariana desnecessária

Gravidez

Infecção, risco de hemorragia aumentado e o próprio ato anestésico podem trazer complicações para a mãe e o recém-nascido
por Portal Brasil publicado: 02/03/2015 14h23 última modificação: 06/03/2015 12h11
Divulgação/Prefeitura de Clevelandia Cesária aumenta o risco não só de uma infecção, mas de várias complicações pós-parto

Cesária aumenta o risco não só de uma infecção, mas de várias complicações pós-parto

Na hora do nascimento do filho, muitas mulheres abrem mão do parto natural e escolhem a cirurgia cesariana por ser rápida e indolor. Mas essa opção aumenta o risco não só de uma infecção, mas de várias complicações pós-parto.

Os riscos da ação são enumerados pela coordenadora da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela."Infecção, o risco de hemorragia aumentado, o risco do ato anestésico que pode dar aí morte pela anestesia ou morbidade pela anestesia, e os riscos em longo prazo de aderência, de acretismo placentário, que é a placenta grudar no útero e também placenta prévia e de endometriose, que são riscos inerentes à cesárea, principalmente, cesáreas de repetição, risco aumentado para o próximo parto e problemas com a fertilidade."

Esther Vilela ainda afirma que o parto cesariana traz riscos para a relação da mãe com o bebê: "Porque uma cesariana dificulta o vínculo inicial mãe e bebê, dificulta a descida do leite, o contato pele a pele e a amamentação."

A cirurgia cesariana foi a escolha da contadora Silvia Cimas, mas ela conta que não pretende ter outro filho por esse método."Aquele medo que eu tinha inicialmente foi todo caído por terra. Pra mim, é o seguinte, o parto normal é a melhor opção pra mulher. Quero experimentar, acho que vai ser mais sadio e para meu filho ou filha."

Ainda de acordo com a coordenadora da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, em algumas situações, a cesariana é única via de parto permitida para salvar a vida da mãe ou do bebê. Mas, em circunstâncias normais, o parto natural sempre será a melhor opção para a mulher e o recém-nascido.

Fonte:

Ministério da Saúde

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