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Saúde

Aracaju recebe plano de expansão de radioterapia

Obras

O Ministério da Saúde está investindo R$ 2,1 milhões; local vai abrigar os aceleradores, garantindo a segurança dos pacientes e profissionais
publicado: 20/11/2015 19h27 última modificação: 23/11/2015 16h50

O Hospital de Urgência de Sergipe Governador João Alves Filho (HUSE) vai receber investimentos para a instalação de um novo acelerador linear, equipamento de radioterapia utilizado no tratamento do câncer. A área a ser construída, dentro do Hospital, é de 233,4 metros quadrados. O Ministério da Saúde está investindo R$ 2,1 milhões para a instalação do bunker. A obra deverá ser iniciada no dia 10 de dezembro com previsão de entrega em setembro do próximo ano.

Nesta sexta-feira (20), o ministro da Saúde, Marcelo Castro, anunciou o início das obras de expansão de radioterapia, com a assinatura da ordem de serviço para a construção de um bunker – local destinado a abrigar os aceleradores, garantindo a segurança dos pacientes e profissionais.

“A expansão da radioterapia é um processo fundamental e estruturante para a assistência oncológica. A construção desse novo bunker permitirá a unidade ampliar e fortalecer o atendimento para toda população que depende de tratamento pelo SUS no Estado de Sergipe. Nosso esforço é garantir o crescimento da oferta de atendimentos, além de possibilitar a sua modernização”, ressaltou o ministro.

O plano de Expansão da Radioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS), lançado pelo Ministério da Saúde em 2012, conta com investimento previsto de R$ 500 milhões. 

Assistência no País

Atualmente, 283 hospitais estão habilitados para tratamento de câncer no SUS. Destes, 146 também possuem habilitação em radioterapia e contam com 261 equipamentos. Com as 80 novas soluções – equipamento de radioterapia e bunker –, o País passará a ter 341 equipamentos.

O investimento do Ministério da Saúde na assistência oncológica cresceu quase 63% desde 2010, totalizando R$ 3,1 bilhões em 2014. A expansão dos recursos resultou no maior acesso ao diagnóstico precoce e tratamento, bem como inclusão de medicamentos de compra centralizada. Em 2014, foram mais de 10 milhões de procedimentos radioterápicos em todo o País e 2,8 milhões de quimioterapia.

Fonte: Ministério da Saúde

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