Turismo
Pará divulga seu mapa turístico
Planejamento estratégico
De acordo com as novas diretrizes do Programa Nacional de Regionalização do Turismo, o estado do Pará apresentou as seis regiões de seu novo mapa de turismo, que está sendo redesenhado pelos 27 estados brasileiros.
O mapa da regionalização é uma ferramenta importante porque orienta a atuação de políticas e investimentos do Ministério do Turismo pelo país e prioriza a gestão descentralizada das regiões, investimentos em qualificação profissional e infraestrutura.
Embora as regiões se mantenham as mesmas: Xingu, Tapajós, Marajó, Belém, Araguaia – Tocantins e Amazônia Atlântica, o número de municípios foi reduzido à metade, de 42 para 23.
“Alguns estados têm reduzido a quantidade de municípios, pois querem trabalhar mais focados. Isso é sinal de amadurecimento e de priorização de esforços e investimentos”, explica o coordenador de regionalização do MTur, Jun Yamamoto.
As regiões do Pará têm vocações turísticas bem diferentes:
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Local |
Opção Turística |
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Tapajós |
Atividades em ecoturismo |
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Belém |
Baía do rio Guajarás |
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Marajó |
3 mil ilhas e ilhotas e apresenta o maior rebanho de búfalos do país |
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Santarém |
Encontro entre os rios Tapajós e Amazonas |
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Amazônia Atlântica |
Praias de areia fina, grandes extensões de mangue, viveiros de pássaros, animais exóticos, rios com maresia e igarapés |
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Araguaia Tocantins |
Serras, praias de água doce e pastagens, onde se cria o maior rebanho bovino do Estado |
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Xingu |
Vasta porção de floresta intocada, habitada por tribos indígenas |
Uma prévia do novo mapa brasileiro mostra que ele já tem 3.635 municípios cadastrados e 276 regiões turísticas. Além de regiões consagradas pelo turismo, trará roteiros que devem figurar nos próximos guias de viagem e atrair o turista nos próximos anos. “Ele nos dará uma visão objetiva do nível de desenvolvimento de cada região e servirá de parâmetro para nossas políticas públicas”, disse Jun.
Assim que o novo mapa for concluído, o MTur classificará o nível de desenvolvimento (que varia de 1 a 3) de cada uma das regiões turísticas e definirá as necessidades de investimento de cada localidade.
Fonte:
Ministério do Turismo
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