Turismo
Ministério do Turismo apoia campanha Coração Azul
Direitos humanos
Para demonstrar seu apoio à campanha Coração Azul, o Ministério do Turismo realiza ações para que o setor de agências de viagens colabore com as medidas de prevenção contra o tráfico pessoas. A ideia é fazer com que a rede do turismo se torne mais um campo de atendimento à causa.
Segundo o coordenador geral de Proteção à Infância do Ministério do Turismo, Adelino Neto, as ações compõe o plano interministerial de quatro anos, que é dividido em cinco pilares:
1. Aperfeiçoamento da normatização – Criação de um marco regulatório, que já está em produção, contra o tráfico de pessoas
2. Integração e fortalecimento de políticas públicas relacionadas ao tema
3. Capacitação do segmento para o enfrentamento do problema
4. Disseminação de informações sobre o assunto
5. Campanha nacional – Coração Azul
Segundo dados oficiais, há mais de 2 milhões de vítimas traficadas no mundo. De acordo com relatórios do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, 58% das pessoas traficadas são submetidas à exploração sexual e 36% a trabalho escravo.
O secretário nacional de Políticas de Turismo, Vinicius Lummertz, afirma que violações contra a liberdade e direitos humanos requerem atenção de todos. “Somos todos fiscais e devemos ficar atentos aos sinais e indícios desta violência, denunciando sempre”.
A campanha, idealizada em conjunto pelo Ministério da Justiça e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) tem como símbolo o Coração Azul, que representa a tristeza das vítimas deste tipo de crime e lembra a insensibilidade daqueles que compram e vendem seres humanos.
A versão brasileira da campanha foi lançada em maio com o objetivo de mobilizar a sociedade contra esse crime e foi gravada pela cantora Ivete Sangalo, embaixadora da causa, com a mensagem: “muitas pessoas sonham com uma vida melhor, mas acabam sendo levadas para outra cidade ou país, vítimas do tráfico de pessoas. Liberdade não se compra. Denuncie o tráfico de pessoas. Ligue 180 ou 100”.
Fonte:
Ministério do Turismo
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