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Turistas movimentam comércio de artesanato em Recife (PE)

Cultura regional

Apesar de os jogos do Mundial já terem terminado na cidade, muitos estrangeiros ainda desfrutam da capital pernambucana
por Portal Brasil publicado: 03/07/2014 14h23 última modificação: 03/07/2014 17h42
Divulgação/Portal da Copa Comerciantes celebram a boa procura dos estrangeiros por lembranças do Brasil

Comerciantes celebram a boa procura dos estrangeiros por lembranças do Brasil

A Copa do Mundo Fifa Brasil 2014 acabou no último domingo para Recife (PE), mas a cidade ainda sente os efeitos de ter recebido cinco jogos do mundial. Turistas de países cujas seleções jogaram na capital pernambucana e até daqueles que não tiveram partidas na Arena Pernambuco, como Argentina e Colômbia, ainda desfilam pelas ruas de bairros tradicionais como o Recife Antigo e Boa Viagem.

Muitos ficam para aproveitar as praias e belezas naturais do Nordeste. E quem tem motivos especiais para comemorar são os equipamentos culturais e o setor de artesanato. A Feira de Boa Viagem, próxima aos principais hotéis da cidade, é um lugar marcado pela permanente circulação de turistas, tanto que abriga um dos Centros de Atendimento ao Turista (CAT). Na época do Mundial, houve quem achasse o movimento estável, mas várias barracas registraram aumento das vendas, sobretudo aqueles comerciantes de souvenires com o nome do Brasil. “Se comparar com o mês de maio, crescemos cerca de 80% nas vendas. Já em comparação a junho do ano passado, o aumento foi de 50%. Os dias de jogos eram sempre os mais movimentados”, explicou o comerciante Geraldo José da Silva, lembrando que as chuvas prejudicaram as vendas em alguns dias.

Uma das pessoas que contribuíram para o bom faturamento da barraca de Geraldo foi a francesa Marine Petit. Com uma amiga pernambucana, ela aproveitou a época do Mundial para visitar o país por três semanas e, na véspera de embarcar de volta para casa, passou na feirinha para garantir lembranças para amigos e familiares. “A experiência foi ótima e quero levar para todos um pouco daqui. Achei que as coisas iam estar mais caras do que na verdade estão. No meu país esse tipo de coisa é sempre caro”, pontuou ela, que também usou o transporte público de Recife. “Estava com minha amiga Sofia e conseguimos chegar em todo lugar com ônibus”, avaliou.

Artesanato

Localizado a poucos metros do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto do Recife, o Centro de Artesanato de Pernambuco foi um dos espaços mais movimentados durante as três semanas de jogos na cidade. Cercado pelo Marco Zero e a poucos metros do espaço onde foi instalada a Fifa Fan Fest, o local registrou um aumento de 32% nas vendas, especialmente de souvenires.

Aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h, e aos domingos, até as 17h, o Centro de Artesanato conta com quatro estagiários bilíngues e, antes do Mundial, contratou um professor de inglês para capacitar os nove consultores que possui. Além disso, o estoque de produtos que tinham o Brasil como tema foi reforçado para o período.

Inaugurado em fevereiro deste ano também próximo ao Porto, o Paço do Frevo foi outro espaço que sentiu a chegada da Copa do Mundo de forma positiva. Com uma média mensal de 10 mil visitantes, o museu temático não registrou aumento no número de pessoas que circularam por lá, mas identificou uma mudança no perfil e nos idiomas. Saiu de cena o público local – muito por causa das festas juninas – e entraram os estrangeiros, que dominaram as visitações de junho. Entre os curiosos pelo ritmo local estavam os americanos Steve White e Sien Brown, que ficam na cidade até o fim de semana. “Eu não sabia o que esperar, nunca tinha ouvido falar de Recife nem do frevo. Quero voltar ao Brasil para conhecer mais e mais lugares”, explicou White, que importa uma cachaça pernambucana para os Estados Unidos. “Está sendo fantástico. Fui ao estádio e essa é uma lembrança que vou guardar para sempre”, disse Brown.

Fenearte

Para os que ainda permanecem na capital pernambucana, uma boa dica de programa envolvendo artesanato local, nacional e internacional é a 15ª edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife. O evento, que tem início nessa quarta-feira (2) e vai até o próximo dia 12 de julho, tem como tema o boneco mamulengo. Com 29 mil metros quadrados divididos em espaços temáticos, a feira conta com mais de 5 mil expositores de 40 países diferentes. Os ingressos custam R$ 10 e R$ 5 (meia), de segunda a quinta, e R$ 12 e R$ 6 (meia) de sexta a domingo.

Fonte:
Portal da Copa

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