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Economia e Emprego

Produção industrial começa a reverter quadro de queda

Recuperação

Dados quadrimestrais sugerem que o pior momento da indústria ficou para trás. Recuperação se intensificou nos últimos cinco meses
por Portal Brasil publicado: 02/09/2016 19h34 última modificação: 02/09/2016 20h09
Pedro Revillion/Palácio Piratini Em cinco meses houve recuperação expressiva dos indicadores de produção

Em cinco meses houve recuperação expressiva dos indicadores de produção

A produção industrial, que é um termômetro importante para a economia brasileira, começa a dar os primeiros sinais de recuperação. Os dados mostram que o setor ainda enfrenta desafios, mas que parece ter encontrado o caminho para sair da recessão.

Os últimos resultados da indústria sugerem que teve início a reversão da tendência de queda da produção. No quadrimestre encerrado em junho, houve retração de 8,40% na comparação com igual período do ano passado. Nos quatro meses encerrados em julho, no entanto, o desempenho melhorou.

Segundo informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a queda foi menor do que no período anterior ao registrar um recuo de 6,79%.

Os dados mostram ainda que o pior momento nesse tipo de comparação foi no quadrimestre encerrado em fevereiro, quando houve perda de 12,06%.

Avanços na produção industrial

Em cinco meses, porém, a recuperação foi expressiva, houve 5,27 pontos percentuais de melhora. “Fica claro que você já andou alguma coisa nesse caminho. Que pontos mais baixos da série foram deixados para trás com essa série de resultados positivos”, afirmou André Macedo, técnico do IBGE responsável pela pesquisa de produção industrial.

De acordo com ele, os dados mensais também mostram recuperação. De junho para julho houve avanço de 0,1% na produção, desempenho maior que o esperado pelo mercado financeiro. Macedo lembrou que essa foi a quinta taxa positiva consecutiva.

Produção industrial de julho

O resultado de julho teve influências positivas de dois ramos da indústria. A fabricação de bens intermediários, que são itens manufaturados ou matérias-primas processadas empregadas na produção de outros bens, registrou crescimento de 1,6%. A segunda alta seguida depois de ter subido 0,8% em junho.

Já os bens de consumo duráveis, que são os que podem ser usados por um longo período e por muitas vezes, a exemplo de carros, máquinas de lavar e geladeiras, apresentaram alta de 3,3% -- terceira resultado consecutivo no azul.

Dados mostram que o setor ainda enfrenta desafios, mas que parece ter encontrado o caminho para sair da recessão

Fonte: Portal Brasil, com informações do IBGE

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