Você está aqui: Página Inicial > Economia e Emprego > 2017 > 10 > Arrecadação tem melhor resultado para setembro desde 2015

Economia e Emprego

Arrecadação tem melhor resultado para setembro desde 2015

Tributos

Resultado foi impactado pela regularização de dívidas e pelo aumento de tributos cobrados sobre o combustível
publicado: 20/10/2017 12h01 última modificação: 20/10/2017 12h28

A retomada da economia começou a gerar resultados no campo da arrecadação de tributos federais. No melhor desempenho para meses de setembro desde 2015,  o Governo do Brasil arrecadou R$ 105,5 bilhões no mês, uma alta de 8,66% na comparação com o mesmo período do ano passado.

De acordo com dados da Receita Federal, o número foi influenciado principalmente pelo programa de regularização de débitos tributários, o Refis, que conseguiu arrecadar R$ 3,4 bilhões no mês e quase R$ 11 bilhões no acumulado deste ano.

Em outra ponta, o aumento de tributos que incidem sobre os preços de combustíveis também influenciou na arrecadação: em setembro, com aumento de 10,54% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Na esteira do aumento da produção de petróleo, os royalties pagos pelas empresas que exploram a matéria-prima somaram R$ 22,9 bilhões de janeiro a setembro. No mesmo período do ano passado, essas receitas atingiram pouco mais de R$ 14 bilhões.

Contas públicas

Os números da arrecadação federal são importantes para o governo, uma vez que ajudam no cumprimento da meta fiscal, que neste ano é de um déficit primário (despesas maiores que receitas) de R$ 159 bilhões.

É importante atingir essa meta para não prejudicar a credibilidade do País frente a investidores, manter a trajetória de retomada da economia e aproximar as contas públicas do azul.

Esse reequilíbrio das contas é essencial para gerar confiança, atrair investimentos, criar empregos e permitir que o País cresça de forma sustentável por meio da redução do endividamento público.

Fonte: Governo do Brasil, com informações da Receita Federal

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

Assunto(s): Economia