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Educação

Oferta de vagas no ensino médio integral chega a 831 mil

Educação básica

Até meados de 2016, quantidade em todo o País era de 308 mil, segundo o Censo Escolar. Portaria do MEC, publicada nesta quarta (14), amplia em 257 mil número de vagas ofertadas
por Portal Brasil publicado: 14/06/2017 19h57 última modificação: 16/06/2017 08h16
Foto: Dênio Simões/Agência Brasília Programa de implementação de escolas em tempo integral garante apoio às redes estaduais por 10 anos

Programa de implementação de escolas em tempo integral garante apoio às redes estaduais por 10 anos

As escolas de ensino médio em tempo integral de todo o País vão oferecer, no ciclo 2017-2020, um total de 831 mil vagas. O número foi alcançado nesta quarta-feira (14), quando o Ministério da Educação (MEC) publicou portaria que amplia em 257 mil as vagas ofertadas.

Até meados de 2016, quantidade em todo o País era de 308 mil, segundo dados do Censo Escolar. Em outubro do ano passado, foram ofertadas 266 mil vagas para o ciclo 2017-2020 e, agora, com a nova portaria, mais de 257 mil vagas serão criadas, o que totaliza 831 mil.

A medida ocorreu no âmbito da política de indução à Implementação de escolas de ensino médio em tempo integral e abre um novo ciclo de adesão no ciclo 2018-2020. “A ampliação dessas vagas está em sintonia com a implantação do novo ensino médio. O apoio aos estados tem como foco elevar a qualidade do ensino no País e garantir mais oportunidades aos jovens”, afirmou o ministro da Educação, Mendonça Filho.

Apoio à educação integral

Após a aprovação, pelo Congresso Nacional, do projeto de Reforma do Ensino Médio, o MEC lançou o Programa de Fomento à Implementação de Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. Por meio do programa, o ministério vai garantir apoio às redes estaduais por 10 anos, com recursos de R$ 2 mil por aluno/ano matriculado em escolas de tempo integral.

O valor corresponde a cerca de 50% a 70% do custo adicional gerado por esse modelo de educação e pode ser destinado a cobrir despesas de manutenção e desenvolvimento das escolas participantes.

No caso de haver demanda acima do previsto, a prioridade será para escolas em áreas de maior vulnerabilidade socioeconômica, que tenham maior número de alunos atendidos no ensino médio, conforme o Censo Escolar.

As unidades devem ter pelo menos quatro das seis exigências: biblioteca ou sala de leitura, no mínimo oito salas de aula, quadra poliesportiva, vestiários masculino e feminino, cozinha e refeitório.

Fonte: Portal Brasil, com informações do MEC

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