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Saúde

Macapá (AP) tem mais 18 leitos de UTI neonatal habilitados

Tratamento intensivo

Valor para custeio de novos leitos será de R$ 1,6 milhão ao ano, incorporado ao Teto de Média e Alta Complexidade do Estado
por Portal Brasil publicado: 25/08/2016 10h30 última modificação: 25/08/2016 13h14

Para reforçar a assistência médica de média e alta complexidade voltada para a saúde da criança e da mulher, foram habilitados 18 leitos de Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCINCo), por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), no Hospital da Mulher do Amapá.

A portaria nº 984, que autoriza a habilitação, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) do dia 16 de agosto. A iniciativa faz parte do Plano de Ação da Rede Cegonha do Estado do Amapá, estratégia do governo federal, lançada em 2011, para ajudar a reduzir as taxas de mortalidade materna e neonatal.

O valor para custeio desses novos leitos está na ordem de R$ 1,6 milhão ao ano, incorporado ao Teto de Média e Alta Complexidade do Estado do Amapá. Além desses recursos, a Rede Cegonha custeia mais 5 leitos de UTIN tipo II no referido estabelecimento de saúde, aportando um total de R$ 2,1 milhões por ano.

A ação também qualifica os serviços ofertados pelo SUS no planejamento familiar, confirmação da gravidez, pré-natal, parto e puerpério. Atualmente, a Rede Cegonha desenvolve ações em 5.509 municípios, incluindo Macapá, alcançando mais de 2,6 milhões de gestantes.

Hospital da Mulher

O Hospital da Mulher do Amapá é uma instituição especializada no atendimento de média e alta complexidade, incluindo atendimentos ambulatoriais, internações e urgência, para demanda espontânea e referenciada por meio do SUS. 

É uma maternidade que atende 24h por dia e oferece as especialidades de ginecologia, clínica geral, neonatologia, obstetrícia clínica e cirúrgica, além de ser um centro de referência em triagem neonatal para acompanhamento e tratamento de doenças falciformes e outras hemoglobinopatias e fibrose cística. 

A instituição também possui o selo de “Hospital Amigo da Criança”, condicionado ao cumprimento de indicadores de qualidade, como a garantia do acompanhante de livre escolha da mulher, o respeito à privacidade da mulher, a abolição da violência obstétrica, a possibilidade do contato pele a pele entre a mãe e o bebê imediatamente após o nascimento e o estímulo à amamentação na primeira hora de vida do bebê, entre outras práticas humanizadas.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

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