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Com melhores condições, Brasil terá dois milhões de novos empregos

por Governo do Brasil — publicado 11/11/2017 08h44, última modificação 11/11/2017 09h33
Para entidades financeiras, produtividade do País vai aumentar a partir das novas regras

Ao adaptar a legislação às atuais exigências do mercado de trabalho, a modernização trabalhista tem potencial para aumentar a produtividade e incentivar a criação de novos postos de trabalho. 

Em um estudo, o banco Santander aponta as novas regras como trunfo para impulsionar a geração de empregos. De acordo com a instituição, serão gerados cerca de 2 milhões de postos de trabalho. Já o Itaú acredita na contratação de pelo menos 1,5 milhão de brasileiros.

Ao reduzir o volume de ações trabalhistas, que muitas vezes são ameaçadoras a pequenos negócios, a nova legislação também elimina a burocracia excessiva, permitindo que empresários e empreendedores tenham mais flexibilidade e segurança jurídica para contratar mais trabalhadores – e em diferentes tipos de contratos. 

Mais produtividade

Para o Santander, em função da flexibilidade tanto de contratações quanto de demissões, além da regulamentação de diversos tipos de contratos, a produtividade do País deve aumentar, o que deve resultar em um efeito positivo sobre a atividade econômica e, consequentemente, na geração de empregos.

“Diversas das medidas da reforma trabalhista tendem a aumentar a produtividade do trabalho e, com isso, a reforma deve impactar positivamente o PIB per capita brasileiro”, avaliou o banco, em uma análise econômica. “A recém-aprovada reforma trabalhista, que estará vigente a partir de novembro, pode contribuir para melhorar a posição relativa do mercado de trabalho brasileiro e os potenciais ganhos de bem-estar e de emprego no Brasil”, disse a instituição.

Pontapé inicial 

Antes da entrada em vigor da modernização trabalhista, o Brasil já começou a mostrar seu potencial de produtividade e crescimento. Com a retomada da atividade econômica, a taxa de desocupação caiu a 12,6%, com a reinserção de cerca de 1,1 milhão de trabalhadores no mercado. 

Ao mesmo tempo, o saldo de contratações e demissões mostra que, em 2017, já foram criados 208,8 mil empregos formais no Brasil. 

Fonte: Governo do Brasil, com informações do IBGE, Ministério do Trabalho, Itaú e Santander